Pular para o conteúdo principal

CAROLINA MARIA DE JESUS

 

Quem foi Carolina Maria de Jesus ? 







A Carolina Maria de Jesus nasceu em 14 de março de 1914 na cidade mineira de Sacramento, localizada a cerca de 450 km da capital Belo Horizonte. Por lá, viveu até os 23 anos, e graças à esposa de um fazendeiro da região, que pagou pela escola, Carolina conseguiu estudar por dois anos e aprender a ler e escrever.

Mudou-se de Minas Gerais para a capital paulista em 1937, após o falecimento de sua mãe, e chegou à cidade na época da formação das primeiras favelas. Carolina construiu seu barraco e passou a viver na extinta Favela do Canindé, enquanto trabalhava como empregada doméstica na casa de um médico, onde também tinha permissão de ler os livros da biblioteca.

Após dar à luz ao seu primeiro filho, em 1949, Carolina perdeu o emprego e passou a trabalhar como catadora de papel reciclável pelas ruas da cidade. Mais tarde, ela também foi mãe solo de mais duas crianças, nos anos de 1950 e 1953.

A autora teve seu primeiro livro publicado em 1960, com a ajuda do jornalista Audálio Dantas, que a conheceu enquanto visitava a favela para uma reportagem. Sua primeira obra foi um sucesso de vendas, ajudando-a a sair da favela para morar em um bairro de classe média, e lhe rendendo homenagens da Academia Brasileira de Letras.

Carolina Maria faleceu em 1977, aos 62 anos, vítima de uma insuficiência respiratória causada pela asma que possuía desde seu nascimento e que havia se agravado.

Citações de Maria Carolina de Jesus

 “Quem inventou a fome são os que comem.”

A frase é uma passagem do livro mais famoso da escritora, “Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada” é uma obra autobiográfica, publicada em 1960, na qual Maria Carolina de Jesus relata sua vida como moradora de uma favela na capital paulista, como mãe e como catadora de material reciclável. 


O livro vendeu 10 mil cópias nos quatro primeiros dias após o lançamento, e 100 mil exemplares no seu primeiro ano nas prateleiras. Além disso, foi traduzido para 13 idiomas diferentes e comercializado em mais de 40 países. é uma passagem do livro mais famoso da escritora.


“Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada”   (g1globo.com) clique no link a cima e explore toda a obra.


é uma obra autobiográfica, publicada em 1960, na qual Maria Carolina de Jesus relata sua vida como moradora de uma favela na capital paulista, como mãe e como catadora de material reciclável. 

O livro vendeu 10 mil cópias nos quatro primeiros dias após o lançamento, e 100 mil exemplares no seu primeiro ano nas prateleiras. Além disso, foi traduzido para 13 idiomas diferentes e comercializado em mais de 40 países.

“O negro só é livre quando  morre.”

Em 1982, Carolina Maria tem publicado postumamente o livro “Diário de Bitita”,  que tratava de sua infância e juventude em sua cidade natal. Nascida em 1914, a autora viveu na pele a experiência de ser negra nas primeiras décadas pós abolição da escravidão. 

No livro, inclusive, além de retratar suas próprias vivências com o preconceito racial, Maria relembra as histórias contadas por seu avô, que fora escravizado, sobre o período.

 Carolina foi : uma das mais importantes escritoras do Brasil,

Autora de obras como 'Quarto do despejo: diário de uma favelada', ela também era uma multi artista: cantora, escritora de contos, crônicas, letras de música, peças de teatro e artista têxtil. Sua herança é disputada na Justiça por filha e netas


Mulher, negra, semi analfabeta e catadora de papelão, Carolina Maria de Jesus foi uma das escritoras mais lidas do Brasil.

Lançado em 1960, seu primeiro livro, "Quarto de Despejo", é uma das obras mais marcantes da literatura brasileira, e vendeu cerca de 3 milhões de livros, em 16 idiomas.



@poeticamentefalandoblogg
@Arthurcorreia_oficial







Comentários